Mônica das Pretas — Deputada Estadual SP — 50900 — PSOL — Candidatura coletiva

Mônica e as Pretas enfileiradas — candidatura coletiva

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Trajetória coletiva

Quem São as Pretas

Somos uma candidatura coletiva: seis mulheres negras que já governam juntas o mandato-movimento na Alesp. Da sala de aula à quebrada, do terreiro ao parlamento, ocupamos a política para que a periferia, a negritude, a juventude e o Axé tenham voz, voto e poder.

Quem são as Pretas — Mônica, Ana Laura, Letícia, Rose, Poliana e Thayssa
Quem são as Pretas — Ana Laura, Letícia, Rose, Poliana, Thayssa e Mônica. Seis trajetórias, uma candidatura coletiva.

Ana Laura Oliveira

Codeputada

Codeputada — Zona Oeste / Emancipa

Educadora popular da Rede Emancipa e do Emancipa Axé, atuante na defesa dos povos de matriz africana. Mãe de dois filhos, ativista do movimento negro e cantora do Ilú Obá De Min.

Letícia Chagas

Codeputada

Codeputada — Advogada / Juventude

Primeira presidenta negra do Centro Acadêmico XI de Agosto (USP). Articuladora do Movimento Superação Coletiva, na luta com a juventude preta e periférica.

Rose Soares

Codeputada

Codeputada — Barueri / Educação

Mulher negra mais votada da história de Barueri. Mãe solo, ex-conselheira tutelar e funcionária da educação infantil. Presidenta do PSOL Barueri.

Poliana Nascimento

Codeputada

Codeputada — Professora / Litoral Sul

Professora da rede pública e direção da APEOESP. Referência no litoral sul de SP na defesa da educação e dos territórios de comunidades originárias e tradicionais.

Thayssa Gomes

Codeputada

Codeputada — Santo André / Estudantil

Começou na militância da quebrada em Santo André. Coordenadora da Rede Emancipa, atua no movimento estudantil (Coletivo Juntos) e feminista (Juntas SP).

Uma candidatura coletiva

Mônica das Pretas não caminha sozinha: é uma candidatura formada por um coletivo de mulheres negras, cada uma com sua trajetória e sua luta, ocupando espaço junto.

Chega junto com as Pretas

Manifesto de pré-campanha

SP pede coragem

“É essa coragem que move as mulheres do Movimento Pretas […] não basta apenas representatividade: é necessário coragem para enfrentar os super-ricos e defender quem realmente sustenta este estado.”

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Nosso programa

Conheça nossas propostas

TEMA 01

Antirracismo

Ao contrário do que dizem, esse estado não foi construído por bandeirantes e sim pelo sangue e suor dos povos invisibilizados.

Ao contrário do que dizem, esse estado não foi construído por bandeirantes e sim pelo sangue e suor dos povos invisibilizados. Por isso lutamos pelo reconhecimento da memória negra e indígena em SP, garantindo liberdade religiosa e educação antirracista nas escolas para reparar o passado escravocrata.

O que vamos defender

  1. Contra o apagamento histórico: Reconhecimento e apoio aos clubes e territórios negros de São Paulo
  2. Escola sem Racismo: Formação em igualdade racial para os educação da rede estadual e privada de São Paulo
  3. Monica das Pretas foi autora da lei que colocou SP como primeiro estado a reconhecer Agosto como mês da cultura indígena
  4. Resgate da ancestralidade: Política estadual de valorização da cultura de matriz africana
  5. Combate ao racismo: Adoção de protocolos antirracistas para espaços públicos como estações de trem e metrô, estádios, eventos culturais etc
  6. Programa de Combate ao Racismo Religioso em São Paulo
  7. Política Estadual de Desenvolvimento Sustentável para Povos Tradicionais
TEMA 02

Cultura

Sabemos que para os bolsonaristas a cultura nunca foi prioridade.

Sabemos que para os bolsonaristas a cultura nunca foi prioridade. Sob a gestão Tarcísio, o setor da cultura beneficiou apenas os amigos dos amigos de forma privada em São Paulo, com fechamento de equipamentos culturais públicos importantes e esvaziamento da TV Cultura. Nós defendemos ampliação da política pública no setor, precisamos urgente do Sistema Estadual de Cultura garantindo que as verbas cheguem na ponta, das cidades do interior ao litoral com a valorização da cultura negra, indígena e periférica como o samba de bumbo, as congadas, os bailes funk e as batalhas de rima, com foco na sustentabilidade dos projetos e dos artistas independentes.

O que vamos defender

  1. A cultura tem que chegar em todos os cantos: Assinamos e exigimos que Sistema Estadual de Cultura precisa seja implementado pelo governador, o "SUS da cultura" precisa ser aprovado e avançar no âmbito estadual
  2. Cultura preta é compromisso: Manteremos novas edições do prêmio “Hip Hop o ano todo” promovido pelo mandato da Pretas, além de emendas que fortalecem a cultura Hip Hop, protegemos a cultura de terreiro, lutamos pela sobrevivência de pontos de cultura, construímos e mantemos a cultura do carnaval com muito respeito aos mais velhos e contribuindo no presente
  3. Chega de perseguição: Garantir a realização de eventos e liberdade de expressão para que nenhum artista tenha seu trabalho censurado, nenhum trabalhador da cultura que ocupa as praças e ruas desse estado tenham perda de direitos, seja em batalhas de rima, artesãos ou artistas de rua da cultura popular
TEMA 03

Natureza

Enchentes, deslizamentos, falta d’água na torneira e ar poluído: tudo isso é consequência da crise climática que vivemos, e a mais prejudicada é a população preta e periférica.

Enchentes, deslizamentos, falta d’água na torneira e ar poluído. Tudo isso é consequência da crise climática que vivemos e a mais prejudicada é a população preta e periférica. Monica das Pretas denunciou a privatização da SABESP e lutou por respostas rápidas aos fenômenos climáticos, sobretudo em áreas de risco. Para defender a natureza com coragem, precisamos eleger mulheres que priorizam a luta socioambiental.

O que vamos defender

  1. Contra a privatização da SABESP: Por água limpa e contra os aumentos de conta absurdos
  2. Prevenir desastres: Por mais áreas verdes para amortecer os efeitos da crise climática
  3. Quem tem o poder, tem que agir agora: Pela responsabilização de políticos negacionistas que não tem plano de resposta aos fenômenos
TEMA 04

Educação

A educação pública é um direito e uma das principais ferramentas para transformar a vida da população.

A educação pública é um direito e uma das principais ferramentas para transformar a vida da população. Em São Paulo, defendemos uma educação básica de qualidade, a valorização dos professores e políticas que garantam melhores condições de aprendizagem para os estudantes. Também defendemos a universidade pública e a permanência estudantil, especialmente agora que mais jovens negros e da classe trabalhadora estão chegando ao ensino superior.

O que vamos defender

  1. Educação básica de qualidade: Valorização dos profissionais da educação e melhoria das condições de ensino e aprendizagem nas escolas públicas
  2. Contra a precarização: Enfrentamento da exploração e da sobrecarga dos professores e revisão de mudanças que dificultam o trabalho docente e a vida dos estudantes
  3. Universidade para todos: Ampliação das políticas de permanência estudantil para garantir que jovens negros e da classe trabalhadora não apenas entrem, mas consigam concluir a universidade pública
TEMA 05

Saúde

A saúde é um direito, não uma mercadoria.

A saúde é um direito, não uma mercadoria. Em São Paulo, quem depende do SUS enfrenta filas para consultas, exames e cirurgias, enquanto profissionais convivem com sobrecarga e condições precárias de trabalho. Nós defendemos o fortalecimento do SUS, com mais investimento, profissionais valorizados e uma rede pública capaz de atender a população com dignidade, rapidez e qualidade.

O que vamos defender

  1. Fila zero no SUS: Ampliar equipes, consultas, exames e cirurgias e garantir transparência na regulação, para que ninguém fique meses esperando sem saber quando será atendido
  2. Quem cuida também precisa de cuidado: Valorizar os profissionais da saúde, com concursos públicos, melhores condições de trabalho, combate à precarização e à sobrecarga
  3. Saúde para todas e todos: Fortalecer a atenção à saúde mental nas escolas e nos locais de trabalho e ampliar políticas de cuidado integral à saúde das mulheres e da população negra, enfrentando as desigualdades no acesso e no atendimento
TEMA 06

LGBTQIAPN+

A violência contra a população LGBTQIA disparou em 1.200% em 10 anos no Estado de SP.

A violência contra a população LGBTQIA disparou em 1.200% em 10 anos no Estado de SP. Enquanto o Brasil assistiu nos últimos anos a criminalização da homofobia, vimos aqui em SP o aumento da intolerância e a chegada de uma tendência internacional da extrema direita de esvaziamento de políticas de diversidade e fim do financiamento de iniciativas LGBTQIAPN+.

O que vamos defender

  1. Em defesa das Paradas do orgulho: Financiamento público para as paradas e garantia de segurança para realização dos eventos, sem proibição inconstitucional da participação de ninguém
  2. Acolher quem precisa: Investimento e ampliação das casas de acolhimento da população LGBTQIAPN+, garantindo acesso a serviços públicos e empregabilidade, sobretudo para a população trans
  3. Saúde LGBTQIAPN+ é dever do Estado: Facilitação do acesso à hormonização, cirurgias e acompanhamento psicossocial
TEMA 07

Direitos das mulheres

São Paulo bateu recordes de feminicídios sob a gestão Tarcísio.

São Paulo bateu recordes de feminicídios sob a gestão Tarcísio. A violência contra as mulheres é uma realidade que exige respostas urgentes do poder público. Em São Paulo, defendemos políticas de prevenção e enfrentamento à violência, uma rede de proteção fortalecida e o direito das mulheres à educação, ao transporte e à saúde pública de qualidade.

O que vamos defender

  1. Proteção 24 horas: Ampliar a rede de Delegacias da Mulher, com atendimento especializado e funcionamento 24 horas, além de garantir mais agilidade na concessão e no cumprimento de medidas protetivas
  2. Pensão é prioridade: Criar mecanismos para responsabilizar quem não paga pensão alimentícia, inclusive restringindo o acesso a eventos culturais, esportivos e de entretenimento enquanto houver inadimplência
  3. Saúde da mulher não pode esperar: Ampliar o atendimento pelo SUS para exames preventivos, como mamografia e Papanicolau, diagnóstico e tratamento da endometriose, além de combater a violência obstétrica e garantir atenção integral à saúde das mulheres
TEMA 08

Direitos das pessoas com deficiência

Pessoas com deficiência não precisam de favor, precisam de direitos garantidos.

Pessoas com deficiência não precisam de favor, precisam de direitos garantidos. Em São Paulo, ainda existem barreiras no acesso à saúde, à educação, ao transporte e à autonomia, enquanto famílias inteiras são penalizadas pela falta de políticas públicas. Nós defendemos uma sociedade sem capacitismo, com inclusão de verdade e com o Estado assumindo sua responsabilidade na garantia de direitos.

O que vamos defender

  1. Fissura labiopalatina também é deficiência: Aprovamos o projeto que equiparava a fissura labiopalatina, anomalias craniofaciais e síndromes correlatas à condição de deficiência, garantindo acesso aos direitos e políticas de inclusão. Tarcísio vetou a proposta em 2023. Vamos lutar pelo reconhecimento desses direitos e por atendimento especializado e multidisciplinar pelo SUS
  2. Crianças e mães atípicas merecem apoio: Ampliar o atendimento multiprofissional para crianças com deficiência e transtornos do neurodesenvolvimento, garantindo acesso à saúde, terapias, reabilitação e acompanhamento contínuo. As mães atípicas não podem carregar sozinhas a responsabilidade pelo cuidado: é papel do Estado oferecer suporte psicológico, social e políticas públicas que reduzam essa sobrecarga
  3. Educação inclusiva é direito: Fortalecer a educação na perspectiva inclusiva, garantindo profissionais de apoio, acessibilidade, recursos pedagógicos e estrutura adequada nas escolas públicas. Inclusão não pode significar apenas matrícula: toda criança com deficiência tem direito a aprender, conviver e participar plenamente da vida escolar
TEMA 09

Transporte público

Transporte público tem que atender à população de forma digna e não ser um meio de enriquecer o empresário.

Transporte público tem que atender à população de forma digna e não ser um meio de enriquecer o empresário. A privatização das linhas da CPTM trouxe caos para quem depende do trem todos os dias, com incêndios, descarrilamentos e trabalhadores deixados na mão. No Metrô, as linhas concedidas à iniciativa privada também estão entre as que acumulam falhas. Enquanto isso, Tarcísio segue prometendo expansão, mas entrega de forma desigual a Linha 6-Laranja, que deveria conectar a Brasilândia ao centro mas que não foi entregue por completo, deixando justamente a periferia esperando enquanto as entregas se concentram em áreas mais centrais.

O que vamos defender

  1. Contra as privatizações: Defender o Metrô e a CPTM públicos, com investimentos em manutenção, segurança e ampliação da rede. Transporte público não pode ser fonte de lucro para empresas enquanto a população enfrenta atrasos, superlotação e falhas
  2. Tarifa zero é possível: Lutar pela implantação da tarifa zero no Metrô e nos trens metropolitanos, começando por quem mais precisa, para garantir o direito de ir e vir e diminuir o peso do transporte no orçamento dos trabalhadores
  3. Trem para todo o estado: Expandir o transporte ferroviário de passageiros para o interior de São Paulo, criando uma rede de trens regionais que conecte cidades e facilite o acesso ao trabalho, à educação e aos serviços públicos. Na capital, priorizar a expansão para as periferias, garantindo que projetos como a Linha 6-Laranja cheguem de fato à Brasilândia e não deixem a população esperando
TEMA 10

Segurança Pública

A segurança pública de São Paulo precisa proteger vidas, mas sob Tarcísio a letalidade policial voltou a crescer.

Estamos em risco! A segurança pública de São Paulo precisa proteger vidas, mas sob Tarcísio a letalidade policial voltou a crescer: em 2024, as mortes de crianças e adolescentes provocadas pela PM aumentaram 120% em relação a 2022, justamente após mudanças no sistema de câmeras corporais que enfraqueceram a gravação contínua e o controle sobre a atuação policial. E, enquanto a população negra segue sendo a principal vítima dessa violência, surgem denúncias ainda mais graves envolvendo integrantes da própria Polícia Militar e suspeitas de ligação de coronéis com grupos investigados por movimentar dinheiro para o PCC. Queremos uma política de segurança baseada em prevenção, transparência, controle civil e proteção da vida, inclusive enfrentando o crime organizado dentro e fora das instituições do Estado.

O que vamos defender

  1. Câmera ligada, polícia fiscalizada: Retomar a gravação ininterrupta das câmeras corporais e fortalecer mecanismos independentes de fiscalização e auditoria das imagens, garantindo transparência e responsabilização em casos de abuso e violência policial
  2. Contra a letalidade policial: Garantir formação continuada, protocolos rigorosos para o uso da força e políticas de combate ao racismo institucional, reduzindo a violência policial e protegendo principalmente a juventude negra e periférica
  3. Crime organizado se combate com inteligência e controle: Fortalecer as corregedorias e o controle externo das polícias, investigando com rigor denúncias de envolvimento de agentes e autoridades policiais com organizações criminosas e garantindo que ninguém esteja acima da lei
SP pede coragem — Pretas 50900

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